Eterna sabedoria
Esperas por mim?
Eterna sábia inconsciente
Que escutas o mundo
E ele te sente
Onde me esperas tu?
Na razão da mente
Ou no coração
Que sente?
Sentes o quê em ti?
Um vazio de sol
Que se entrega aos dias,
Em que o frio não é mágoa,
Mas eterno desejo de calor?
Diz-me tu,
Iluminada pela pena,
Que caminho devo seguir?
Faz-me o mapa de teu corpo,
E mostra-me o caminho,
Que pela pena se faz
E pelo tacto se realiza
Lembra-me dos dias,
Das noites sem sono
Em que dormia acordado
Sonhando em ti
Vem comigo ver o sol e o mar
A união do azul com o vermelho,
O brilho que em ti eu vi
Sabendo que iria cegar
Quimera ou Certeza?...
Encontrei ou penso ter achado
A vida que em mim pensava ter fechado,
Nela o calor da escuridão encontrei
Quando para seus olhos meigos olhei
Será Quimera ou não?
O fogo que vi erguendo
Com nova chama ardendo
Dentro de seu coração
A luz em mim
Novo brilho ganhou,
Talvez de ilusão feita,
Ou de realidade
Quem sabe?
Só ela saberá...
Será o sonho real,
Serão seus olhares
Complementares,
Será na luz da vida
Que se encontra o brilho
Que me aquece
Durante os dias de escuridão
Continuo caminhando
Rumo à infinitalidade,
Apenas pensando
No mundo que é agora
Forrado em beldade
Encontrei ou penso ter achado
A vida que em mim pensava ter fechado,
Nela o calor da escuridão encontrei
Quando para seus olhos meigos olhei
Será Quimera ou não?
O fogo que vi erguendo
Com nova chama ardendo
Dentro de seu coração
A luz em mim
Novo brilho ganhou,
Talvez de ilusão feita,
Ou de realidade
Quem sabe?
Só ela saberá...
Será o sonho real,
Serão seus olhares
Complementares,
Será na luz da vida
Que se encontra o brilho
Que me aquece
Durante os dias de escuridão
Continuo caminhando
Rumo à infinitalidade,
Apenas pensando
No mundo que é agora
Forrado em beldade
A Viagem...
Perdido na escuridão por mim criada eu fiquei,
Deixando para atrás o que em tempos duvidei,
Agora desperto do sono por Outono criado
Abandonando o sonho em que me tinha tornado
Dúvidas já nao tenho mais,
Carregando a certeza
De que o que senti,
Não sinto mais
Agora viajo sem rumo certo
Sem a certeza de a encontrar,
Não sabendo nada apenas sei
Que o mundo não pára de girar
Continuarei caminhando por esse globo
Tendo o sol como companheiro,
A lua como confidente,
E o céu como mensageiro
Até ao tocar do último raio
De sol nascente no mar poente
Eu espero...
Espero que a luz do sol se transforme
Na mais bela malha das estrelas,
Espero que a beleza da noite se revele,
Deixando em mim a luz da madrugada
Espero que o brilho do luar
Se reflicta na décima segunda constelação
Para que possa finalmente ouvir
A luz que bate desse coração
Terá então a minha busca terminado,
Construindo o meu presente,
Com sonhos do futuro
E restos do passado
Perdido na escuridão por mim criada eu fiquei,
Deixando para atrás o que em tempos duvidei,
Agora desperto do sono por Outono criado
Abandonando o sonho em que me tinha tornado
Dúvidas já nao tenho mais,
Carregando a certeza
De que o que senti,
Não sinto mais
Agora viajo sem rumo certo
Sem a certeza de a encontrar,
Não sabendo nada apenas sei
Que o mundo não pára de girar
Continuarei caminhando por esse globo
Tendo o sol como companheiro,
A lua como confidente,
E o céu como mensageiro
Até ao tocar do último raio
De sol nascente no mar poente
Eu espero...
Espero que a luz do sol se transforme
Na mais bela malha das estrelas,
Espero que a beleza da noite se revele,
Deixando em mim a luz da madrugada
Espero que o brilho do luar
Se reflicta na décima segunda constelação
Para que possa finalmente ouvir
A luz que bate desse coração
Terá então a minha busca terminado,
Construindo o meu presente,
Com sonhos do futuro
E restos do passado
Esqueci...
Esqueci o dia em que te conheci
E o último momento em que te vi
Para que as folhas de Setembro caíssem
Levando o vermelho que ardeu em mim
Esqueci para não quebrar o selo
Das palavras que não te escrevi,
Receando abrir a caixa e nela
Não haver cartas que se abram para mim
Por isso me esqueci
Por isso nao te vi
Por isso nao te ouvi
Por isso nao te sinto mais em mim
Sobrevivo agora na escuridão
Que um dia criei para mim,
É lá que agora me perco
Tentando encontrar a estrela
Que brilha para mim
Esqueci o dia em que te conheci
E o último momento em que te vi
Para que as folhas de Setembro caíssem
Levando o vermelho que ardeu em mim
Esqueci para não quebrar o selo
Das palavras que não te escrevi,
Receando abrir a caixa e nela
Não haver cartas que se abram para mim
Por isso me esqueci
Por isso nao te vi
Por isso nao te ouvi
Por isso nao te sinto mais em mim
Sobrevivo agora na escuridão
Que um dia criei para mim,
É lá que agora me perco
Tentando encontrar a estrela
Que brilha para mim
Perdido...
Só o por-do-sol saberá
Para onde vou eu?
Parto rumo à escuridão
E à solidão do vazio
Sozinho eu estou,
Perdido eu fiquei
Mas agora tento encontrar-me
Entre pesadelos sombrios
E sonhos do luar crescente
Sabendo que a luz da vida
Será tão fragil como quente
Vivo sem alma
Pois ela ficou
Nas asas de um cisne branco
Que um dia para longe voou
Oiço o meu nome
Mas nao vejo quem o gritou,
Vejo-te a meu lado
Mas nao te sinto perto de mim
Procuras as letras
Que um dia viste em ti,
São essas as palavras
Que um dia eu te escrevi?
Perco-me no espaço em que te encontrei,
Procuro-me no tempo em que te perdi,
Agora vislumbro a beleza da primavera
Tentando lembrar-me do ultimo sitio
Aonde eu te vi?
Só o por-do-sol saberá
Para onde vou eu?
Parto rumo à escuridão
E à solidão do vazio
Sozinho eu estou,
Perdido eu fiquei
Mas agora tento encontrar-me
Entre pesadelos sombrios
E sonhos do luar crescente
Sabendo que a luz da vida
Será tão fragil como quente
Vivo sem alma
Pois ela ficou
Nas asas de um cisne branco
Que um dia para longe voou
Oiço o meu nome
Mas nao vejo quem o gritou,
Vejo-te a meu lado
Mas nao te sinto perto de mim
Procuras as letras
Que um dia viste em ti,
São essas as palavras
Que um dia eu te escrevi?
Perco-me no espaço em que te encontrei,
Procuro-me no tempo em que te perdi,
Agora vislumbro a beleza da primavera
Tentando lembrar-me do ultimo sitio
Aonde eu te vi?
Subscrever:
Mensagens (Atom)